Nos sopé da vida, levitas no vago...
Na improbabilidade, sustentado por maos desconhecidas...
Deambulando de olhar cerrado ao sabor dos sentidos...
Feres a cegueira das palpebras inertes ao seu movimento natural, tremores dos primeiros raios de claridade...
Nada mudou!
O sol continua a iluminar os dias a noite por sua vez, guarda os sonhos e loucuras da noite...
Na sombra do espelho vês um vulto percebendo que aquela imagem é tua, viva, quando te afastas ela continua lá, lacrada no seu interior...
Parte de ti perdeu-se para sempre...
Presa no tempo ...
Na improbabilidade, sustentado por maos desconhecidas...Deambulando de olhar cerrado ao sabor dos sentidos...
Feres a cegueira das palpebras inertes ao seu movimento natural, tremores dos primeiros raios de claridade...
Nada mudou!
O sol continua a iluminar os dias a noite por sua vez, guarda os sonhos e loucuras da noite...
Na sombra do espelho vês um vulto percebendo que aquela imagem é tua, viva, quando te afastas ela continua lá, lacrada no seu interior...
Parte de ti perdeu-se para sempre...
Presa no tempo ...
Sem comentários:
Enviar um comentário