Desci para as profundezas da terra numa gruta, comecei a minha caminhada para o exílio no abrigo mais profundo do mundo.Nas paredes húmidas deparei-me com rasgos cravados nas suas entranhas por alguém que ali passou… Continuei a minha caminhada para o silencio…
No meu pensamento ao contrário do pretendido não seguia no contexto que fora procurar, apenas imagina o que decorreria lá fora…
Sentia o meu corpo a desprender-se do pensamento como se tivesse vida própria, fruto da minha imaginação oiço um canto do passarinho verde.
Começo desesperadamente a minha perseguição ao som da doce melodia…
Quanto mais o persigo mais o sinto afastar-se de mim como se os meus passos o repelissem num acto incontrolável acordo no meu próprio quarto perdido na cama que conheço de cor, todo o meu corpo sua expelindo partes de mim, tentando libertar-se.
Olho por entre os raios de sol que atravessam as cortinas e lá está o passarinho verde…
Tudo não passou de um sonho bem real em que eu fui o pesadelo, desta vez estou há entrada da gruta da qual nunca passei com a certeza que quero viver….
“Se um dia voaste foi porque te dei asas, o limite é o que desejares”
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ResponderEliminarEncaixa perfeitamente em muitas vidas, incluindo na minha...
ResponderEliminarPodemos dizer que as trevas tambem nos dão alguma coisa, se não for mais, a sabedoria de se erguer e procurar a luz, já que o verde é a cor da esperança e do equilibrio.
E passaros...
passaros ha muitos...e de todas as cores :D
Sê Feliz!